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09/11/2009

O FIM EM 2012

As profecias de fim de mundo têm sempre um atractivo especial. Bastante atractivas são também as histórias sobre conhecimentos ocultos detidos por civilizações antigas. Vem isto a propósito do documentário feito pelo History Channel sobre a Profecia Maia, e que já se encontra à venda para o público (assim como vários livros sobre o mesmo assunto). O documentário pareceu-me bastante interessante e apelativo.
* Estudante de doutoramento em Educação Científica com especialização em Astrobiologia, na Universidade do Texas em Austin nos EUA
Basicamente a ideia é que os Maias, que tinham um calendário mais preciso, mais complexo e muito mais holístico que o nosso, previram vários acontecimentos que entretanto se passaram, como a chegada do homem branco - Hernan Cortez - a 8 de Novembro de 1519. Este calendário Maia prevê que algo de muito grave se passará no solestício de Inverno, 21 de Dezembro, de 2012. Tão grave será o acontecimento, que o mundo tal como o conhecemos desaparecerá. Isto não quer dizer que o mundo acabará, quer simplesmente dizer que um grande acontecimento transformará o mundo.
Ora, sabe-se actualmente que nesta data durante o solestício a Terra estará alinhada com o Sol e com o centro da nossa galáxia, Via Láctea. Sabe-se que no centro da Galáxia existe um buraco negro supermassivo. Baseados em Einstein e em alguma informação astronómica, há quem diga que o alinhamento com este buraco negro supermassivo levará a uma mudança do campo magnético terrestre, que acontece periodicamente. Isto levará a tsunamis, vulcões, terramotos, etc.
Outras Profecias
Curioso no documentário foi eles relacionarem com outras profecias. Por exemplo, o muito antigo I Ching é um livro Chinês sobre concepções do mundo e filosofias de vida, que contém algumas previsões se utilizarmos a teoria “Time Wave Zero”. Usando esta técnica vê-se que o livro Chinês prevê que o mundo irá acabar a 21 de Dezembro de 2012.
Ligaram também a Merlin, o mágico da corte do Rei Artur. Pelos vistos estes profetas medievais (existiam vários Merlin), previram Napoleão, Hitler, o nome da primeira colónia na América, etc. Previram também que neste século irá haver um ataque nuclear terrorista no Reino Unido que matará centenas de milhares de pessoas, que o aquecimento global será demasiado evidente e que... irá haver uma mudança do campo magnético terrestre que levará a um desastre global.
Outra pessoa mencionada foi Sibyl, uma profeta/oráculo em Roma - tal como a de Delphi na Grécia. Ela também previu correctamente vários acontecimentos, entre os quais o fim do mundo para mais ou menos a mesma data que os anteriores.
Discutiram também um projecto chamado de webbot que faz previsões a partir daquilo que vai aparecendo pela web. Supostamente previram os acontecimentos de 11 de Setembro em Junho de 2001. Este projecto prevê um acontecimento global para 2012.
Tudo isto dá que pensar que são muitas previsões coincidentes, sendo a Maia a mais relevante.
Análise Crítica
O documentário fala de outros “profetas”: "Mother Shipton", Bíblia, Nativos Americanos, e muitos outros.... em que todos eles prevêem o fim do mundo. Mas isto é normal. Toda a gente prevê más notícias - é este tipo de notícias que vende - o medo vende. Nenhum destes outros casos previu o final do mundo para 2012, mas o documentário tentou pôr tudo no mesmo saco, enganando os espectadores. Estranho é que não tenham referido a previsão feita pelos criadores da série Ficheiros Secretos que no episódio “A Verdade” apontaram para 22 de Dezembro de 2012 como o dia da invasão dos extraterrestres! Podem ver críticas ao documentário aqui: http://skeptico.blogs.com/skeptico/2006/08/2012_mayan_prop.html
Em termos das previsões "acertadas", lembremo-nos que as previsões são sempre bastante vagas e muitas interpretações cabem lá dentro; cabendo sempre as interpretações que nós queremos dar... após os acontecimentos. Por outro lado, a estatística explica bastante bem as previsões que até possam ter sido específicas e acertaram. Todos os dias no mundo há imensas previsões feitas e estatisticamente falando algumas têm que ser acertadas! Dar relevância às que pensamos ser certas, não percebendo que existem muitas mais que são erradas é um erro muito comum em estatística.
Em termos históricos, basta lermos alguns livros para percebemos que em todas as eras existiram pessoas a prever que o fim estava perto. Sempre foi assim e sempre será, porque isso é que fará do nosso tempo o mais importante para viver. É uma mentalidade temporalcêntrica. E é bom relembrar que todas essas pessoas, sem excepção, estavam enganadas.
Geocentrismo Temporal
Em termos astronómicos, somos um simples ponto num universo gigantesco. Imaginar que temos qualquer relevância em termos espaciais ou temporais é antropocentrismo no seu pior – quando na Ficção Científica lemos ou vemos que extraterrestres vêm à Terra para mudar o curso da nossa história e do resto do universo temos que ver isto somente como uma forma de entretenimento. É um Geocentrismo temporal – continuamos a pensar que somos especiais no Universo, neste caso em termos de tempo. O mesmo se passa nestas previsões.
É interessante ver que as previsões são só sobre o que se passa numa parte de um minúsculo ponto do espaço – Terra; na Ficção Científica quando se viaja no Tempo é dado a entender que não viajamos no espaço e as pessoas aparecem no mesmo sítio mas em tempos diferentes. Ambas as situações estão erradas porque se baseiam na premissa que as viagens no espaço estão estagnadas. Mas o que se passa de facto é que a Terra roda em torno de si própria, a Terra viaja pelo espaço ao redor do Sol, o Sol viaja à volta da Via Láctea, a Via Láctea por seu turno também se movimenta em direcção a outras galáxias no nosso Grupo Local, o Grupo Local também viaja.... e assim sucessivamente.

Nada está parado no espaço. Se eu viajar no tempo 1 dia que seja, e esperar não sair deste ponto, então já não me vou encontrar nesta sala, mas sim algures a flutuar no espaço! O tempo e o espaço estão interligados - quem diz que consegue ver o futuro, está não só a afirmar isso mesmo, mas está incrivelmente também a dizer que consegue ver os eventos que acontecerão num pontinho irrelevante do espaço que se encontra a muitos milhões de quilómetros de distância (no ponto do espaço onde a Terra estará no futuro).

02/10/2009

RIQUEZAS


SETE DECISÕES QUE IRÃO DECIDIR AS SUAS RIQUEZAS

Pr. Mike Murdock


A Bíblia diz que a sabedoria de um homem é o que faz a diferença; sabedoria é a habilidade de tomar decisões, e você só saberá exatamente aquilo que lhe foi ensinado.

O dinheiro não te segue, mas o dinheiro te espera no lugar onde você deve estar; o dinheiro está em todo lugar que Deus te enviar, se não há dinheiro onde você está, deve haver falta de instruções de como deveria segui-lo.

O dinheiro é geográfico e quando Deus te dá uma missão, também é sempre geográfica: (At.8:13), não importa para onde você vá, o dinheiro te acompanhará sempre que aplicar a sabedoria divina sobre o dinheiro.

Quando você passa por alguma necessidade, é um sinal de que Deus está mudando sua missão, portanto procure logo para onde Deus o quer levar e permaneça nas áreas férteis, o dinheiro estará lá onde Deus te enviou.

O dinheiro é uma recompensa divina por seguirmos suas leis; quando na verdade a grande maioria das pessoas acreditam erroneamente que se Deus quisesse que tivéssemos dinheiro, Ele iria nos dar de forma fácil. Por acaso Deus interfere no seu penteado, nas suas escolhas de roupa, desodorante, etc...?

O conceito mais bizarro encontrado no meio da igreja é: Se Deus pode confiar em você com muito dinheiro, Ele irá lhe dar, caso contrário, você morrerá pobre; por acaso Deus pode confiar num traficante de drogas, pois afinal na maioria das vezes, eles tem muito dinheiro!?

Satanás não pode parar o nosso louvor, as nossas orações, nossa fé e nossa esperança, então ele adicionou uma mentira no seio da igreja, dizendo: Se Deus quer vê-lo rico, Ele lhe dará muito dinheiro, caso contrário, você morrerá pobre. Então se o dinheiro é tão maléfico à nossa vida espiritual, porque satanás não dobrou as riquezas de Jó quando quis destruí-lo?

Se o dinheiro é tão mau, por que Deus nos oferece como recompensa quando cumprimos e obedecemos suas leis?

Pobreza e vergonha é olhar para aqueles que não querem seguir nenhuma instrução e nem tão pouco obedecer-lhas! (Sl.112:1-3; Dt.3:8)

Perda é a prova viva que um ladrão (satanás) existe:
Se perco a alegria, um ladrão entrou em minha vida
Se perco a paz, um ladrão entrou em minha vida
Se perco a fé, um ladrão entrou em minha vida
A perda é a certeza de que o ladrão está presente na sua vida


Nós ouvimos muitas pessoas pregarem sobre o céu sem antes mesmo entender como vivermos aqui na terra e, como você só sabe aquilo que lhe foi ensinado, se foi de forma errada, você continuará praticando coisas erradas, pois sempre estamos amarrados àqueles que estão nos mentoriando.

Viagem de navio de 30 dias onde um passageiro passou comendo bolacha porque só tinha o dinheiro para a passagem e só no final, descobriu que o buffet do navio estava incluído no preço da passagem; assim é nossa vida com Cristo, pois Ele foi à cruz do calvário, ali Ele incluiu nossa salvação, nossa redenção, nossa cura e também a nossa provisão financeira!

Prosperidade é ter o bastante para completar as instruções de Deus para as nossas vidas; é ter o bastante para fazer o que Deus nos mandou fazer. Prosperidade é para aqueles que aplicam as leis de Deus em suas vidas. Deus mata tudo aquilo que não multiplica; ex.: Figueira que não deu fruto, o homem que tinha um talento e enterrou. A 1° instrução no livro de gênesis é para que o homem se multiplique e prospere sobre a face da terra.

Você precisa da prosperidade para cumprir as instruções de Deus; pois contrariamente ao que muitos pensam, o tempo não cria riquezas, as riquezas não são para alguns, nem tão pouco para alguns mais velhos, pois existem muitos homens de 80 anos pobres e muitos jovens de 25 anos milionários.

Ser rico é ter capacidade de tomar decisões, e isso não é e nem deve ser a decisão de Deus, se assim fora, porque a máfia tem dinheiro e os missionários que pregam o evangelho pelo mundo não tem?

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES

O evangelho está dividido em duas partes:

1- A pessoa de Jesus
2- Os princípios de Jesus

1- A vida de Deus
2- As leis de Deus

1- O Rei
2- O reino

1- A pessoa de Jesus cria a tua paz
2- Os princípios de Jesus cria a tua prosperidade

1- A pessoa de Jesus te prepara para o céu
2- Os princípios de Jesus o prepara para a terra

Muitas vezes esperamos que Deus faça-nos uma transferência em nossa conta bancária no silencio da noite, por que erroneamente acreditamos que ele tomará vingança contra os mais prósperos e infiéis, sacando-lhes das mãos o dinheiro para nos dar a nós. Sempre estamos esperando por um momento mágico, que Deus castigue os incrédulos e tire todo o seu dinheiro para dar à igreja.

14/09/2009

A TRISTEZA

É UM VÍRUS CONTAGIOSO...
“Você está satisfeito com a sua vida?" ...no fundo cada um de nós tem certa aversão em “abrir” sentimentos íntimos para os outros.

Se perguntarmos para uma pessoa se ela está triste, via de regra, a resposta será: “Não”, pois no fundo cada um de nós tem certa aversão em “abrir” sentimentos íntimos para os outros.

Caso a pergunta seja formulada de outra maneira, ou seja: “Você está satisfeito com a sua vida?”, certamente a reação será bem diferente.

Em um átimo, surgirão considerações sobre o trabalho, salário pequeno, saúde frágil, divergências familiares, contas a pagar, cansaço, tédio, e por aí afora.Isso nos permite concluir que, de um modo ou de outro, a maioria das pessoas vive envolvida por uma tristeza crônica, razão pela qual buscam “diversões mil”, “passatempos”, “falatório excessivo e fora de hora”, “sobrecarga de aflições e emoções sobre os ombros alheios”, como se fosse possível sair de sua realidade e conviver com a fantasia permanentemente.

É assim que o apelo de Jesus, que pode parecer muito direcionado às pessoas pobres e sofredoras, se aplica praticamente a qualquer um de nós: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”. “Tomais sobre vós o meu jugo, e aprendeu de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para vossas almas.” “Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. (Mt 11:28-30).

Este texto nos revela várias coisas importantes:

I - Deus, por meio de seu Filho Jesus, está interessado em nós, principalmente quando não estamos bem, ou, em outras palavras, “tristes”.

II – Embora não seja adequado nem útil colocar nossos problemas sobre outras pessoas, o Mestre convida a todos para que os lancem sobre Ele.

III - O conceito de “jugo” indica a capacidade de “dividir” uma carga com outro, no caso com Jesus, cujo poder extraordinário torna tal parceria totalmente favorável a nós.

A possibilidade de aprender de Cristo, e assim ter descanso para nossa alma, retirando dela o peso da tristeza, é absolutamente real, de tal modo que duas considerações são feitas, posteriormente ao convite de Jesus, por seu apóstolos:

A – “Tende cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e que nenhuma raiz de amargura (tristeza profunda), brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem” (A tristeza é um “vírus” contagioso). (Hb 12:15).

B – Regozijai-vos (tenham grande alegria) sempre (I Ts 5:16).

Fonte: Pastor Elcio Lourenço

07/08/2009

O VÍCIO



O vício é uma disposição, hábito ou tendência acostumada ao que é mau. Cria dependência mental, física ou espiritual. Atenta contra o domínio próprio.

ALCOOLISMO

(Romanos 13.13; Gálatas 5.21; I Coríntios 5.11; 6.10; I Timóteo 3.3)
Em Efésios 5.18 Paulo nos diz que na embriaguez há dissolução, destruição para a pessoa, para a família e para a sociedade. Ainda que a Bíblia em geral pareça manter uma postura de moderação, condena severamente a embriaguez (I Coríntios 5.11; 6.10) e recomenda a abstinência em algumas situações:

a) Por segurança pessoal: se alguém já foi alcoólatra antes, um pouco de álcool lhe desperta o vício de novo. Se não tem domínio próprio, deve-se não tomar nada (Lucas 21.34).
b) Para não escandalizar a outros (Romanos 14.15-21; I Coríntios 8.13).
c) Pelo bem dos irmãos mais débeis. Talvez você tenha domínio próprio, mas outros podem não ter.

GLUTONARIA OU GULA

(Lucas 21.34; Romanos 13.13; Deuteronômio 21.20)
É excesso, intemperança ou falta de moderação na comida ou bebida. Apetite desordenado para comer. Comer para viver e não viver para comer!

DROGAS e FUMO

Se a bíblia não condena esse vício é porque naquela época ainda não existia. Faz dano ao corpo. Nosso corpo pertence ao Senhor e é o templo do Espírito Santo (I Coríntios 6.19-20). O que destrói o seu corpo está em rebelião contra a vontade de Deus (I Coríntios 3.16-17). Atenta contra o domínio próprio (Romanos 6.12-16; 7.15-20).

JOGOS DE AZAR POR DINHEIRO

Loteria, roleta, cartas, etc. Provém da cobiça, de ganhos repentinos e desonestos (I Timóteo 6.9-10). A vontade de Deus é que trabalhemos e ganhemos o dinheiro dignamente (Efésios 4.28; II Tessalonicenses 3.12). Jogos de azar produzem dependência psicológica. É difícil jogar somente uma vez. Se perde, joga novamente para tentar ganhar o que perdeu. Se ganha, joga novamente para ganhar mais. Há um princípio diabólico: Muitos pagam mais só um ganha. Assim, o que ganha, ganha em cima da desgraça de muitos.
Deixa o Espírito Santo te dominar!

COSTURANDO MUITAS ROUPAS

DORCAS - Atos. 9:36-42

Olhemos para Dorcas que viveu em JOPE, e que estava cheia de boas obras e esmolas que fazia.

Por acaso Dorcas, não seria o tipo de mulher que você gostaria de ter como amiga ou vizinha? Porque se você mudasse para vizinhança dela, certamente ela a convidaria para um café com biscoitos, ou lhe daria um lanche de boas vindas.
Ela se ofereceria para cuidar dos seus filhos, para que você pudesse ir ao estudo bíblico, ou ao culto alimentar-se espiritualmente.

Como voluntária, uma vez por semana, você a veria servindo sopas às crianças pobres, e até mesmo fazendo roupas para as mulheres que tivessem necessidades.

Dorcas era uma mulher especial, mas também humana: Ficou doente e morreu.

A comunidade inteira, e muitas viúvas, ficaram muito tristes, e de luto ao lado de sua cama. E quando o Apóstolo Pedro chegou, testemunhara o quanto Dorcas havia ajudado a todos eles, e também outras pessoas que mostravam as túnicas e roupas que Dorcas fizera quando estava com elas.

Dorcas foi uma mulher que deu tanto de si aos necessitados que, todos ficaram tão tristes com sua morte, e, não conseguiam serem consolados.

vs.40 Então Pedro mandou que todos saíssem do quarto, e ajoelhou-se ao lado do corpo de Dorcas e orou, e disse: levante-se. E ela se levantou.

Sem dúvida, Dorcas ressurreta planejava de que maneira iria ajudar as próximas pessoas necessitadas!!

Dorcas era uma mulher cheia de compaixão, e que dava muito valor às pessoas que a cercavam.

* Paremos um instante para Reflexão
* Como você gostaria que as pessoas a elogiassem?!
* Como você tem amado as pessoas?
* Faz muitos serviços excelentes?
* Tem sido leal e integra com o próximo?
* Serve aos outros da melhor maneira possível?
* É uma grande esposa, mãe e foi uma excelente filha?
* Tem colocado Deus em primeiro lugar na sua vida?
* Depois do Senhor, a família está em primeiro plano?
* Tem sido fiel aos irmãos e amigos?
* Tem ajudado aos pobres?
* Tem se disposto a cooperar e suprir as necessidades dos outros?
* Tem se colocado à disposição para ajudar, cooperar, nos trabalhos da Igreja, e na obra do Senhor?

(MT. 25:31-40)

* Como precisamos de Dorcas hoje! Pessoas que dêem de seu tempo, seu talento, mesmo que seja preparar um pão com molho de carne, fazer um achocolatado, um copo de suco para uma criança pobre, orar por aqueles que estão em um leito de hospital, consolar aqueles que estão tristes pela falta do ente querido!!

* Pessoas que mostrem compaixão aos injustiçados deste mundo. Pessoas que se preocupam com um adolescente, a ponto de almoçar com ele, e contar a sua própria história de rebeldia e as consequências dela.

* De que forma você está atuando na vida de outras pessoas?

* Se morresse hoje, que tipo de elogio seria feito por sua família, amigos e comunidade?!

* Apresente-se Dorcas, o Senhor Jesus está precisando de você!!

Pastor João Maniero

DINHEIRO É DEUS EM AÇÃO

O fato de que algumas pessoas ricas acumulam riqueza, significa que elas estão vivendo pelo menos algumas das leis espirituais que governam o sucesso e a prosperidade. Isso não indica necessariamente que todas as pessoas ricas são espirituais e as pessoas pobres não são. Prosperidade e abundância é uma combinação de fatores que incluem uma conexão espiritual, boa saúde, boas relações, uma boa carreira e, lógico, a manifestação dos aspectos materiais que esses fatores podem facilitar.
Existem pessoas ricas que são doentes, amarguradas e sós. Claro que não são pessoas prósperas. Da mesma forma, se você é saudável, espiritualmente conectado, tem um bom casamento, mas sofre todo o mês para pagar o aluguel, certamente você não é próspero.

A questão importante aqui é o que você deseja e quer fazer para romper as limitações da pobreza, da servidão. É difícil desenvolver a prosperidade na sua vida se você está sendo continuamente programado para ser pobre. Se você mantém a convicção de que ser pobre é nobre, de que a riqueza é má, de que o dinheiro é o causador dos males do mundo, você precisa livrar-se desse condicionamento mental para conseguir conquistar a prosperidade. A prosperidade é um estado mental.
Para manifestar a prosperidade, você deve manifestar prosperidade em todas as áreas da sua vida. Mesmo que esteja fazendo tudo certo na maioria das áreas, mas ainda assim não tem muito dinheiro, ainda assim não está manifestando a consciência da prosperidade.

O padre, o pastor, o guru querem que você acredite que a recompensa virá depois, do céu, talvez, e que você será recompensado de alguma forma por viver uma vida de pobreza e limitação. Acredite em mim, por favor: não virá recompensa alguma, nem do céu, nem de Deus. Você precisa acreditar também que está sofrendo desnecessariamente, que o seu sofrimento não terá recompensa. Você tem as riquezas do mundo a sua disposição, só precisa é aceitar tomar posse delas.

Perdoe-me pela sinceridade, mas eu estou aqui escrevendo as mensagens que você precisa ouvir e não as que QUER ouvir. Você pode estar aí agora, comendo arroz com carcaça três vezes por dia, vendendo a mobilha da casa para garantir o almoço de amanhã. Não haverá recompensa. Apenas a recompensa de ver os cômodos desertos, o que facilita, de certa forma, a faxina.

Na verdade, sucesso e prosperidade têm pouco a ver com oportunidades, chances, sorte ou mesmo educação, formação superior ou habilidades. Sucesso e prosperidade têm muito a ver com a sua consciência, com suas convicções e até mesmo com a programação subconsciente para a qual nunca esteve atendo. Pobreza não é ausência de dinheiro e coisas, é uma atitude mental. Prosperidade não é abundância de dinheiro e coisas, mas também uma atitude mental. A única forma de você sentir-se abençoado por Deus, verdadeiramente santificado, é aplicando os princípios e leis que governam a prosperidade.

Mas isso só pode acontecer se você estiver disposto a enfrentar suas fraquezas e eliminar a consciência de falta que foi programado para ter desde a infância e substituir por uma programação positiva. É necessário sair da sua zona de conforto, enfrentar seus medos, sua incompetência e até suas crenças. O dinheiro faz parte da magia da vida. É uma energia que lhe permite ser e ter. Permite-lhe ver a realidade. Permite-lhe ir aonde quer ir, fazer o que quer fazer e tornar-se quem deseja tornar-se. Dinheiro é Deus em ação! Não é o dinheiro a causa do mal, mas a falta dele. É pela falta de dinheiro que as pessoas mentem, roubam, matam. Não existe nada de espiritual na pobreza. O que pode haver de benéfico nisso?

Você pode estar chocado, mas vai ficar ainda mais. Ser pobre é um pecado. Quando você está dando um verdadeiro valor ao universo, à vida, à abundância, sua recompensa é a riqueza. Quando você tem a marca do pecado, sua recompensa é o esquecimento e a pobreza.

Se você está sem dinheiro, doente, infeliz ou com relações problemáticas, precisa acreditar que é merecedor da prosperidade em todas as suas formas.

PODER DA ORAÇÃO

“O reconhecimento do fato da soberania de Deus é à base de [nossas] orações. Na oração, o cristão solicita coisas e agradece por elas. Por quê? Porque reconhece que Deus é a origem de todo bem que já possui e de todo bem que espera no futuro. Essa é a filosofia fundamental da oração cristã. A oração não é uma tentativa para forçar a mão de Deus, mas um humilde reconhecimento de incapacidade e dependência. Quando nos pomos de joelhos, sabemos que não somos nós que controlamos o mundo; não estando em nosso poder, portanto, atender nossas necessidades pelos nossos próprios esforços independentes; todas as coisas boas que desejamos para nós mesmos e para os outros devem ser procuradas em Deus; e se elas vierem, virão como dádivas de Suas mãos. (…) Por conseguinte, o que na realidade fazemos, cada vez que oramos, é confessar nossa própria impotência e a soberania de Deus. Dessa maneira, o próprio fato de um crente orar é uma prova positiva de que crê na soberania do seu Deus.”[8]

26/07/2009

FINAL DOS TEMPOS

"Tendo Jesus saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos para lhe mostrar as construções do templo. Ele, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada. No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estais coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século. E ele lhes respondeu: Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos. E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores. Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros; levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então virá o fim. Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes; quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa; e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa. Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado; porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais. Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados. Então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! Ou: Ei-lo ali! Não acrediteis; porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grande sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos. Vede que vo-lo tenho predito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto!, não saiais. Ou: Ei-lo no interior da casa!, não acrediteis. Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem. Onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres" (Mt 24.1-28).
Sobre os acontecimentos dos tempos finais, é recomendável ler também os versículos restantes de Mateus 24 e todo o capítulo 25. A respeito, vamos perguntar-nos:

1. A quem Jesus dirigiu, em primeiro lugar, as palavras de Mateus 24 e 25?
A resposta é: basicamente aos judeus – e não à Igreja

• Nessa ocasião a Igreja ainda era um mistério. Somente no Pentecoste ela foi incluída no agir de Deus e, posteriormente, revelada através de Paulo.
• Portanto, o texto também não está falando do arrebatamento, quando Jesus virá para buscar Sua Igreja, mas trata da volta de Jesus em grande poder e glória para Seu povo Israel, após a Grande Tribulação (Mt 24.29-31). Jesus só falou do arrebatamento mais tarde, pouco antes do Getsêmani, como está registrado em João 14. Até então os discípulos, como judeus, só sabiam da era gloriosa do Messias que viria para Israel (por exemplo, Lucas 17.22-37).

• Os discípulos a quem Jesus Se dirigiu em Mateus 24 e 25 evidentemente eram judeus. Em minha opinião, eles simbolizam o remanescente judeu fiel, que crerá no Messias no tempo da Grande Tribulação.

• No sermão profético do Senhor Jesus no Monte das Oliveiras, Ele predisse como será a situação dos judeus no período imediatamente anterior à Sua volta.

• Falsos profetas e falsos cristos, como são chamados em Mateus 24.5,23,26, representam um perigo para Israel. A Igreja enfrenta outros perigos, pois deve preocupar-se mais com falsos mestres, falsos apóstolos e falsos evangelistas e em discernir os espíritos (2 Co 11.13; 2 Pe 2.1; Gl 1.6-9). Filhos de Deus renascidos pelo Espírito Santo certamente não vão sucumbir às seduções de falsos cristos e cair nesses enganos.

• O "abominável da desolação" (Mt 24.15) diz respeito claramente à terra judaica, ao templo judaico e aos sacrifícios judeus. Já o profeta Daniel falou a respeito. E Daniel não falava da Igreja, mas de "teu povo... e de tua santa cidade" (Dn 9.24).

• A frase: "então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes" (Mt 24.16), é bem clara. Trata-se nitidamente da terra de Israel. Pois no Novo Testamento a Igreja de Jesus nunca é conclamada a fugir para os montes.

• Igualmente o texto que fala do sábado diz respeito aos judeus, aos seus costumes e suas leis (v. 20).

• Também a parábola da figueira (v. 32) é uma representação simbólica da nação judaica. Do mesmo modo, a expressão "esta geração" (v. 43) aplica-se a Israel.

2. A que época o Senhor se refere em Mateus 24?

A resposta à pergunta anterior nos conduz automaticamente ao tempo em que esses fatos acontecerão. Trata-se da época em que Deus começará a agir novamente com Seu povo Israel de maneira coletiva, levando o povo da Aliança ao seu destino final (v. 3), que é a vinda do seu Messias e o estabelecimento de Seu reino. O centro de todas as profecias de Mateus 24 e 25 é ocupado pelos sete anos que são os últimos da 70ª semana de Daniel (Dn 9.24-27). Devemos estar cientes de que esse período é a consumação do século, o encerramento de uma era, e não apenas o transcorrer de um tempo. O sinal do fim dos tempos é a última semana, a 70ª semana de Daniel.

Todos os sinais que o Senhor Jesus predisse em Mateus 24, que conduzirão à Sua vinda visível (v. 30), têm seus paralelos no Apocalipse, nos capítulos de 6 a 19. Mas nessa ocasião a Igreja de Jesus já terá sido arrebatada, guardada da "hora da provação" (Ap 3.10).

Os últimos sete anos – divididos em três etapas (Mt 24.4-28)
1. Os versículos 4-8 descrevem, segundo meu entendimento, a primeira metade da 70ª semana de Daniel. O versículo 8 diz claramente: "porém tudo isto é o princípio das dores". As dores não dizem respeito a uma época qualquer, elas definem especificamente o tempo da Tribulação, comparado na Bíblia "às dores de parto de uma mulher grávida" (1 Ts 5.3; veja também Jr 30.5-7). O princípio das dores são os primeiros três anos e meio da 70ª semana. Assim como existem etapas iniciais e finais nas dores que antecedem um parto, também esses últimos 7 anos dividem-se em duas etapas de três anos e meio. Há um paralelismo e uma concordância quase literal entre Mateus 24.4-8 e Apocalipse 6, onde o Senhor abre os selos de juízo:

• Falsos cristos (Mt 24.5) – primeiro selo: um falso cristo (Ap 6.1-2).

• Guerras (Mt 24.6-7) – segundo selo: a paz será tirada da terra (Ap 6.3-4).

• Fomes (Mt 24.7) – terceiro selo: um cavaleiro montado em um cavalo preto com uma balança em suas mãos (Ap 6.5-6).

• Terremotos (Mt 24.7), epidemias (Lc 21.11) – quarto selo: um cavaleiro montado em um cavalo amarelo, chamado "Morte" (Ap 6.7-8).

2. Nos versículos 9-28 temos a descrição da Grande Tribulação, ou seja, a segunda metade (três anos e meio) da 70ª semana de Daniel.

• Nesse tempo muitos morrerão como mártires (Mt 24.9) – quinto selo (Ap 6.9-11).

• Coisas espantosas e grandes sinais no céu anunciam a chegada do grande dia da ira do Senhor (Lc 21.11) – sexto selo (Ap 6.12-17).

• Em Israel, muitos trairão uns aos outros (Mt 24.10, veja também Mt 10.21).

• O engano e a impiedade se alastrarão, o amor esfriará, significando que muitos apostatarão de sua fé (Mt 24.11-12, veja 2 Ts 2.10-11). Quem perseverar até o fim verá a volta do Senhor e entrará no Milênio (Mt 24.13).

• O Evangelho do Reino será pregado por todo o mundo (v. 14). Ele não deve ser confundido com o Evangelho da graça, anunciado atualmente. O Evangelho do Reino é a mensagem que será transmitida no tempo da Tribulação pelo remanescente e pelos 144.000 selados do povo de Israel, chamando a atenção para a volta de Jesus, que então virá para estabelecer Seu Reino (compare Apocalipse 7 com Mateus 10.16-23).

3. Mateus 24.15 refere-se à metade da 70ª semana de Daniel, o começo dos últimos três anos e meio de tribulação.

A "abominação desoladora" não teve seu cumprimento na destruição do templo em 70 d.C., pois refere-se à afirmação de Daniel, que aponta claramente para o fim dos tempos (Dn 12.1,4,7,9,11).
• A profecia da "abominação desoladora" de Daniel teve um pré-cumprimento aproximadamente em 150 a.C., na pessoa de Antíoco Epifânio. Daniel 11.31 fala a respeito.

• A "abominação desoladora" cumpriu-se parcialmente em 70 d.C. através dos romanos, que destruíram o templo.

• Mas "abominável da desolação" de que Jesus fala em Mateus 24.15 será estabelecido apenas pelo anticristo, vindo a ter seu cumprimento pleno e definitivo na metade dos últimos sete anos (como profetizado em Daniel 12). Essa profecia de Daniel é claramente para o tempo do fim (vv. 4,9), referindo-se a um tempo de tão grande angústia como jamais houve antes (v. 1), que durará "um tempo, dois tempos e metade de um tempo". É dessa Grande Tribulação, desse período de imenso sofrimento e angústia, que Jesus fala em Mateus 24.21 (veja Jr 30.7).

Nos versículos a seguir, de 16 a 28, o Senhor Jesus explica como o remanescente dos judeus deve comportar-se durante a Grande Tribulação:

• Eles devem fugir (veja Ap 12.6).

• Esses dias serão abreviados para três anos e meio, para que os escolhidos sejam salvos.

• Falsos cristos e falsos profetas farão milagres e sinais (veja Ap 13.13-14).

• Mas então, finalmente, diante dos olhos de todos, o Senhor virá "como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente". Esses dias da ira de Deus (Lc 21.22), ou melhor, esses dias da ira de Deus e do Cordeiro (Ap 6.17), são descritos assim: "Onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres" (Mt 24.28). O "cadáver" representa o judaísmo apóstata, afastado de Deus, e o sistema mundial sob a regência do anticristo, no qual reinará a morte e o "hades". Os "abutres" simbolizam o juízo de Deus.

Como já foi mencionado, não creio que em Mateus 24.15 o Senhor Jesus esteja referindo-se à destruição do templo em 70 d.C., mas penso que Ele está falando do tempo do fim. Ele menciona a destruição do templo e de Jerusalém em Lucas 21, fazendo então a ligação com os tempos finais. Aliás, este é o sentido dos quatro Evangelhos: apresentar ênfases diferenciadas dos relatos. Os Evangelhos tratam da profecia como também nós devemos fazê-lo, manejando bem a palavra da verdade (2 Tm 2.15).

Em Lucas 21.20 e 24 o Senhor diz: "Quando, porém, virdes Jerusalém sitiada de exércitos, sabei que está próxima a sua devastação. Cairão ao fio da espada e serão levados cativos para todas as nações; e, até que os tempos dos gentios se completem, Jerusalém será pisada por eles." Isso cumpriu-se em 70 d.C.

Mas Mateus 24 menciona algo que não aparece no Evangelho de Lucas, pois cumprir-se-á apenas nos tempos do fim: "o abominável da desolação" (v. 15).

No Evangelho de Lucas, que trata primeiro da destruição do templo em 70 d.C., está escrito: "...haverá grande aflição na terra" (Lc 21.23) (não está escrito: "grande tribulação"). Mas em Mateus 24, que em primeira linha fala dos tempos do fim, lemos sobre uma "grande tribulação" "como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais" (v. 21). A expressão "grande tribulação" diferencia nitidamente a angústia de 70 d.C. da "grande tribulação" no final dos tempos.

3. Qual é a mensagem desse texto bíblico para nós hoje?

Essa passagem tem forte significado para os crentes de hoje, pois sabemos que os impressionantes acontecimentos da Grande Tribulação lançam suas sombras diante de si e que, por essa razão, o arrebatamento da Igreja deve estar muito próximo.

• Nosso mundo está muito inquieto. Há conflitos em muitos países e torna-se mais e mais evidente a possibilidade de guerras devastadoras em futuro próximo. Mais de 400.000 cientistas estão atualmente ocupados em melhorar sistemas bélicos ou em desenvolver novos armamentos.

• Grande parte da humanidade passa fome.

• Terremotos, tempestades, inundações e doenças imprevisíveis, além de outros fenômenos e catástrofes da natureza, aumentam dramaticamente em progressão geométrica, como as dores de parto da que está para dar à luz.

• Grande parte dos cristãos é perseguida. Muitos chegam a falar de uma "escalada" nas perseguições nos últimos anos.

• Também a sedução e o engano através de falsas religiões é comparável a uma avalanche. O clamor pelo "homem forte" torna-se mais audível. Qualquer coisa passa a ser anunciada como "deus" ou "salvador" – e as pessoas agarram-se ansiosas a essas ofertas enganosas. Ao mesmo tempo acontece uma apostasia nunca vista, um crescente afastamento da Bíblia e do Deus vivo.

As dores da Grande Tribulação anunciarão a vinda do Filho do Homem. Não nos encontramos diante do fim do mundo, mas nos aproximamos do fim de nossa era (Mt 24.3). O Filho de Deus não nos trará o fim, mas um novo começo. Jesus Cristo não é apenas a esperança para o futuro do mundo, mas a esperança para toda pessoa, para cada um que invocar Seu Nome!
(Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br/)

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, setembro de 2000.

28/06/2009

O TEÓLOGO É UM CRENTE

O cristão é um crente em Jesus Cristo. Esse fato óbvio não deveria escapar de nós! A palavra do evangelho se apodera de nós e, pelo poder do Espírito Santo, leva-nos das trevas para a luz, isto é, leva-nos a Cristo. O evangelho é a mensagem do reino de Deus como ela vem por meio da pessoa e obra de Jesus de Nazaré. O evangelho se centra no nascimento, vida, morte, ressurreição e ascensão de Jesus como o modo de Deus nos salvar da morte e nos fazer membros do seu reino eterno.

Assim como começamos a vida cristã colocando toda a nossa confiança no Cristo do evangelho, da mesma forma continuamos na vida cristã. O evangelho não somente nos traz o novo nascimento e fé como cristãos; ele é o meio de Deus nos salvar totalmente. O evangelho é o poder de Deus para a salvação (Rm 1.16), e isso significa o todo da salvação para a pessoa como um todo. Dessa forma, o evangelho nos converte, o evangelho nos sustenta na vida cristã e nos traz à maturidade e o evangelho nos traz à perfeição por meio da nossa ressurreição dentre os mortos.

Uma parte importante da salvação é ter a nossa mente e vontade rebeldes transformadas de forma que se tornem obedientes à Palavra de Deus. O cristão não pode mais pensar como um humanista ateu. A mente que suprime a verdade é sobrepujada pelo Espírito Santo, que a faz aceitar e crer no evangelho. Essa renovação da mente é um processo contínuo (Rm 12.2), e isso significa que o cristão desenvolve a mentalidade do teísmo cristão. Visto que nossa perfeição não é alcançada nesta vida, todos retemos certa medida de pensamento humanista. Devemos lutar continuamente para sobrepujar este mal por meio do poder do evangelho.

Como teólogos bíblicos, não somente cremos, mas também entendemos e aceitamos a palavra de Deus como auto-atestadora. Fazemos mais do que simplesmente descrever o que está na Bíblia. Sentamos sob a autoridade da Palavra de Deus e procuramos descrever o que sabemos ser o conteúdo da Palavra de Deus unificada e auto-consistente.

Infelizmente, o teólogo bíblico pode comprometer o princípio da Palavra de Deus auto-atestadora, e aplicar critérios antibíblicos para avaliar a natureza da Bíblia e sua mensagem. Ele então rearranjará suas partes, reconstruirá sua história, removerá os textos que não se encaixam na sua filosofia particular e reinterpretará o todo à luz das suas próprias pressuposições, que são o produto de um pensamento que nega a Deus. Muitos teologias bíblicas tem sido escritas nas quais as pressuposições bíblicas foram rejeitadas em favor de pressuposições humanistas.

Fonte: According to Plan: The Unfolding Revelation of God in the Bible, Graeme Goldsworthy, p. 47-8.